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Mensagem da Conferência Episcopal Portuguesa para o Advento Deus vem e enche o nosso tempo de “Bom-Dia”! 1. Advento. Deus vem. Deus vem, Deus saúda, Deus fala, Deus ama, Deus chama, Deus ordena, Deus escuta, Deus responde, Deus envia. Advento. Sujeito Deus. Primeiro Deus. O Deus do Advento, o Deus que Vem traz consigo uma grande carga verbal, que convém que se torne “viral” na nossa vida. Imitação de Deus. Deus que vem para nos dizer “Bom-Dia!”, que é o modo de fazer do Senhor Ressuscitado quando se apresenta no meio de nós, e diz: “Shalôm!”, “A Paz convosco!”. 2. Esta Saudação, este Shalôm, esta Paz, este “Bom-Dia”, que ressoa desde a Criação, entra em nós, enche-nos de Bondade e de Alegria, e faz-nos encontrar um modo novo de encarar a vida. Esta Saudação, este Shalôm, esta Paz, este “Bom-Dia”, estabelece connosco uma relação nova e boa, não nos transmite uma informação, não tem em vista um negócio, não solicita a nossa reflexão ou decisão. Não nos deixa a pensar, a escolher, a decidir. Apenas a responder. Apeia-nos, portanto, do pedestal do nosso “eu” patronal: eu penso, eu quero, eu decido, eu, eu, eu…, e deixa-nos apenas a responder. Apenas. Como se responder fosse coisa pouca. Responder ao Senhor da nossa vida. Ao “Bom-Dia” responde-se “Bom-Dia”. É a Bondade sete vezes dita na Criação, o Sentido da Criação e da Vida a passar de mão em mão, rosto a rosto, coração a coração. Do coração de Deus para o nosso coração. Dos nossos corações uns para os outros. Avenida ou torrente de Bondade e de Fraternidade. Advento. Deus vem e enche o nosso tempo de “Bom-Dia”! 3. Quando alguém te diz: “Bom-Dia!”, já sabes então o que isso significa, implica, replica, multiplica. Imagina agora que à beira da estrada encontras um pobre homem caído, abandonado, a esvair-se em sangue. Ao ver-te passar, balbucia para ti, ou apenas acende uma voz dentro de ti, que te diz, mesmo sem o dizer: “Olha para mim”, “olha por mim”, “cuida de mim”. Repara bem que o pobre não te diz: “Se quiseres, podes cuidar de mim”. Se assim fosse, podias pensar e decidir, sem precisares de descer do trono da tua sacrossanta liberdade de escolha. Mas o “cuida de mim” que o pobre balbucia para ti não é opcional: é uma súplica que é um mandamento; não tens opção de escolha; tu é que foste escolhido; tens de responder que sim, debruçando-te sobre o pobre desvalido que ordena e implora o teu auxílio. Repara bem: o pobre que jaz à beira da estrada elege-te e obriga-te, sem te obrigar, a debruçares-te sobre ele. Movimento inaudito: agora que te debruçaste sobre ele, que ordenou e implorou o teu auxílio, podes entender melhor a sua condição de soberano. Ele é, na verdade, o único verdadeiro soberano, pois sem te apontar nenhuma espingarda ou maço de dinheiro, fez com que tu te debruçasses sobre ele, libertando-te dos teus projetos e negócios, horários, agendas, calendários. Os poderosos e tiranos podem e sabem apenas escravizar-te. Mas não podem nem sabem libertar-te! 4. Por isso, o Deus que vem agora visitar-nos confunde-se com os pequeninos (cf. Mateus 25,40.45), e neles vem amorosamente ao nosso encontro, para conversar connosco, para nos dizer “Bom-Dia”, e ordenar suplicando: “Cuida de mim”. Estava atento Isaías, o profeta do Advento, que ouve Deus a dizer assim: «em lugar alto e santo Eu habito, mas estou também com os oprimidos e humilhados, para dar vida e alento aos que não têm espaço nem sequer para respirar, aos que têm o coração despedaçado» (Isaías 57,15). Bem podia o profeta dizer que Deus desceu à nossa pandemia. E nós, os habitantes da pandemia, bem podemos rever-nos no Salmista que reza: «Do “confinamento” invoquei o Senhor» (Salmo 118,5), chegando-nos a resposta outra vez através de Isaías: «No tempo favorável te respondi; no dia da salvação te socorri» (Isaías 49,8), resposta que Paulo também regista, atualiza e pontualiza: «É agora o tempo favorável! É agora o dia da salvação!» (2 Coríntios 6,2). 5. O andamento do Advento traz-nos um Deus que vem para o meio de nós e da nossa anemia e pandemia, e diz: “Bom-Dia”, e suplicando ordena: “Cuida de mim”. É terrível termos de assumir que, se não cuidamos bem dos pobres e necessitados, também não cuidamos bem de Deus! Mas é agora o tempo favorável! É agora o dia da salvação! É agora o tempo da enchente da Palavra de Deus, de que não devemos fugir, mas a que nos devemos expor. O nosso “eu” patronal e autorreferencial entrará em crise, e teremos de mudar comportamentos. Acolher e responder deve ser o nosso alimento. O Deus que vem não vem mudar as situações. Vem mudar os corações. E são os nossos corações mudados que podem mudar as situações. O Advento é tempo de mudança e de esperança. Celebrar o Advento é deixar entrar em nós esta torrente de Bondade, esta Saudação, este Shalôm, esta Paz, este “Bom-Dia”, este “Cuida de mim”. E responder “Bom-Dia!”, e responder que “Sim”. 6. Sim, porque a resposta de Deus hoje somos nós. «Desci a fim de libertar o meu povo da mão dos egípcios…», diz Deus a Moisés, mas pega logo em Moisés pela mão, e diz-lhe: «E agora vai; Eu te envio ao Faraó, e faz sair do Egito o meu povo» (Êxodo 3,8.10). Texto grandioso e emblemático. O Deus do Advento vem para o meio desta pandemia, pega na nossa mão, muda o nosso coração e envia-nos a mudar a situação. Está aberta a oficina do Advento: enquanto uns se afadigam na vacina, outros nos hospitais, outros nos lares, nas farmácias, na padaria, empenhemo-nos todos em encher este mundo de Paz, de Esperança e de “Bom-Dia”, à imagem e sob a proteção maternal de Maria! Lisboa, 22 de novembro de 2020
SOLENIDADE DA DEDICAÇÃO DA CATEDRALIgreja da Sé VelhaEz 47, 1-2.8-9.12; Ef 2, 19-22; Lc 19, 1-10 Caríssimos irmãos e irmãs! Ao longo de muitos séculos que a nossa catedral se encontra edificada no centro da cidade como verdadeira “domus ecclesiae”, como a casa da Igreja, sinal visível de Deus, que habita no meio do  seu Povo. Neste lugar, Deus continua a manifestar o Seu desejo de acolher a todos na sua morada santa, pois no Seu coração há lugar para cada pessoa que se decide a entrar à procura do repouso e da paz que só ali se encontra. Ouvir o convite para entrar é sinal de disponibilidade para escutar a voz amorosa do Senhor da Casa, e cruzar o limiar da porta é fruto da decisão de se abrir à fé, a única resposta adequada ao convite para o encontro. Em Jesus Cristo, o Filho de Deus feito Homem, abriu-se para nós a possibilidade de entrar no coração de Deus, a alegria de partilhar o seu amor, na Sua Casa. Estamos diante do dom do acolhimento gratuito, que Deus nos oferece, pois a sua alegria é estar com os seus filhos e encher a casa de irmãos, que festejam a vida e a salvação. Este convite de Deus, quando é sentido e experimentado na relação íntima e pessoal, gera sempre o desejo de O acolhermos também na nossa própria casa. “Zaqueu, desce depressa, que eu hoje preciso de ficar em tua casa” – palavras de Jesus que não espera pelo convite, mas se oferece para entrar e permanecer connosco. Quando se cruzam estas duas vontades e se conhece em profundidade a amizade d’Aquele que se aproxima de nós, abrem-se as portas da casa, do coração e da vida. A nova situação daquele que entra na casa de Deus e acolhe a Deus na sua própria casa marca-nos de tal modo que não permanecemos exatamente como éramos antes. Não significa que passemos a ser perfeitos de um momento para o outro, mas esse convívio é como uma nova luz que se acende a alumiar todas as penumbras do nosso ser. Não admira que Zaqueu tenha posto em causa o seu modo de ser, o seu código de valores e as suas ações. Aquele diálogo e aquela proximidade na intimidade do lar, despertam tudo o que de bom estava atrofiado nele e abrem os novos horizontes dos caminhos da conversão em ordem à santidade. O convívio com Deus, na Sua casa, e a amizade com Deus na nossa casa é sempre transformador, gera sempre uma realidade nova, que não valorizávamos, porque não a conhecíamos. A Igreja, povo de Deus, foi instituída por Jesus Cristo para ser sinal da salvação de Deus e para ser a casa em que este diálogo, esta relação, esta amizade e este encontro se dão. Agradecemos a Deus por no-la ter dado e por fazer de nós seus filhos, pedindo-Lhe a graça de tudo fazermos para continuarmos a aceitar o convite de entrar na Sua casa e a disponibilidade para O acolhermos na nossa própria casa. A epístola aos Efésios ajudava-nos a tomar consciência da missão que nos foi confiada, a nós, que já fomos integrados nesta construção e nos sentimos chamados a ser templo santo e morada de Deus por meio do Espírito Santo. Se o fogo da pertença a Cristo e à Sua Igreja arde dentro de nós, ficamos inquietos e motivados para darmos o nosso contributo em ordem à edificação deste Povo. Os caminho são os de sempre: a fidelidade a Cristo na procura da santidade de vida, o amor à Igreja como nossa casa e nossa mãe, e o sentido da missão, para que outros possam experimentar a mesma graça. Ao utilizar a imagem do templo situado no alto do monte e da água viva que sai da parte inferior do limiar da sua porta para irrigar todas as regiões da terra a fim de as tornar verdejantes e cheias de vida, o Profeta Ezequiel fala-nos da torrente de graça que, saindo de Deus, revitaliza a humanidade. Podemos ver ali uma alusão profética à Igreja, sinal e sacramento da vida de Deus, que cura e salva o mundo. Sentimo-nos imensamente gratos por fazermos parte deste templo santo e por sermos regenerados pela torrente das águas que nos dão a verdadeira vida; sentimo-nos igualmente gratos por nos sentirmos envolvidos nesta missão da Igreja, Corpo de Cristo e templo de Deus, situada no alto do monte que leva a água da vida ao nosso mundo sequioso do Deus Vivo. Hoje, dois dos nossos seminaristas, serão instituídos, respectivamente, no ministério dos leitores e dos acólitos. Sentimo-nos muito felizes pelo caminho que estão a fazer como pessoas e como cristãos, pois vemo-los como um sinal de Deus enviado á nossa Igreja Diocesana. Neles, saudamos os outros seminaristas, gratos pelo seu sim à vocação sacerdotal. A nossa Igreja Diocesana precisa de mais jovens para o seu serviço, de acordo com o dom da vocação que receberam. O sacerdócio é, sem dúvida, uma grande e bela vocação, sem a qual a Igreja não pode realizar a sua missão de ser sinal eloquente da salvação de Deus. É, ao mesmo tempo, um caminho de realização pessoal e um serviço incomparável à humanidade, pois nasce da comunhão íntima com Cristo, que nos associa à missão da Igreja. Neste dia da Dedicação da Catedral, dirijo aos jovens da nossa Diocese um fraterno e amigo convite em nome do Senhor: deixem que Cristo entre na vossa casa, continuem a transpor a porta da Igreja para a escuta da Palavra, para a celebração da Eucaristia, para experimentar a alegria da intimidade orante com Deus, para o crescimento na fé e para o fortalecimento da esperança. Que as pequenas gotas de água que são a vossa fé e o vosso testemunho se unam à torrente das águas que brota desta Igreja Diocesana de Coimbra, simbolizada nesta “casa de Deus” em que nos encontramos, e se transformem numa grande onda de evangelização, de graça e de vocações. Santa Maria de Coimbra, a Virgem Mãe, que Deus acolheu em sua casa como Filha e que recebeu na sua morada o Filho de Deus como Mãe, interceda por todos nós e nos alcance a graça de sermos Igreja geradora da vida de Deus no coração deste Povo que Ele ama, Igreja geradora de vocações para a sua missão. Coimbra, 16 de novembro de 2020Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra  
Celebrar e viver a fé em tempo de pandemia Nota da Conferência Episcopal Portuguesa 1. Os Bispos de Portugal vivem na fé e na confiança a presente situação de pandemia, fazendo suas as dificuldades e sofrimentos dos concidadãos. Em particular, veem preocupados o alastrar da Covid-19, com riscos agravados para a vida e saúde de tantos irmãos e irmãs. Dada a gravidade da situação, apelamos a todos para que adotem comportamentos responsáveis nos mais diversos setores da sua vida e atividade e respeitem as determinações das autoridades constituídas, com o objetivo de travar e controlar a vaga de contágios. Em particular, este comportamento responsável deve ser vivido após as celebrações litúrgicas mais festivas (Batizados, Comunhões, Crismas e Casamentos), evitando sempre as concentrações fora das igrejas e nas próprias casas. 2. Recordamos que, segundo a lei litúrgica, a celebração do Domingo começa com as primeiras vésperas. A lei canónica alargou o tempo útil para a participação na Missa de preceito para a tarde precedente. Trata-se de uma lei geral da Igreja que só pode ser alterada pela Sé Apostólica. A impossibilidade de cumprir o preceito dominical não dispensa ninguém – nem mesmo quem não pode ou não deve sair de casa por motivos alheios à sua vontade – de cumprir o mandamento divino de santificar o dia do Senhor. Isso pode fazer-se de múltiplas formas, vivendo na alegria espiritual o dia da ressurreição do Senhor Jesus: participar na Eucaristia no sábado ou noutro dia da semana; realizar com amor os serviços da convivência familiar, sem descurar o conveniente repouso do corpo e do espírito; dedicar um tempo razoável à oração pessoal e, se possível, em família, com a leitura da Sagrada Escritura e outros exercícios de piedade; unir-se espiritualmente, se possível, a alguma celebração eucarística transmitida pela rádio, televisão ou internet; estabelecer contacto, pelos meios disponíveis, com familiares, amigos e conhecidos, privilegiando os que mais sofrem a doença ou a solidão; estar solidariamente atentos às necessidades e alegrias dos vizinhos. 3. Caso não seja possível a realização da catequese presencial, pedimos aos catequistas para se manterem em contacto com os catequizandos e suas famílias e que, grupo por grupo, vão avaliando as possibilidades de lhes proporcionarem este serviço: por meios digitais e outros, direcionados preferentemente aos pais, no caso da catequese da infância, para que sejam estes, como primeiros catequistas, a transmitirem aos seus filhos a mensagem cristã. Em todo o caso, responsabilizem-se os pais pelo acompanhamento dos filhos durante eventuais sessões de catequese à distância para os ajudarem a concentrar-se nas mesmas e para esclarecer as incompreensões e dúvidas que os filhos possam ter; sem este envolvimento da família, a catequese por meios digitais será uma ilusão. 4. Damos graças a Deus pelo trabalho dedicado e criativo dos sacerdotes, diáconos e agentes pastorais, ao serviço das comunidades, Instituições Particulares de Solidariedade Social e capelanias, para viver, partilhar e encorajar a fé que produz esperança e confiança na presença de Deus que nos ajuda a superar as dificuldades presentes e a ir ao encontro de quem mais precisa. 5. Confiamos todos vós, as vossas famílias e as vossas comunidades ao amparo de Santa Maria, Senhora do Rosário de Fátima e Mãe da Igreja, pedindo, por sua intercessão, que o Senhor nos confirme na fé e na caridade, nos ajude a superar esta crise e a colaborar na construção de um mundo mais solidário e fraterno. Fátima, 13 de novembro de 2020
No passado fim-de-semana, 6 e 7 de Novembro, realizaram-se mais dois encontros Arciprestais organizados pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Coimbra (SDPJ Coimbra) em colaboração com o D. Virgílio. \"És o próximo? Talitha Kum\" foi o tema do encontro que tem como objetivo acolher e implementar a exortação do Cristo Vive, chamar os jovens a prepararem-se para a Jornada Mundial da Juventude 2023 e consultar os jovens e a sua visão da igreja de forma a elaborar o Plano Pastoral Diocesano para 2021-2024. Convocados pelo Sr. Bispo e devidamente comunicados aos arciprestes, párocos e animadores dos grupos de jovens, as atividades decorrem em cada arciprestado.  Os encontros deste fim-de-semana tiveram lugar nos arciprestados de Baixo Mondego e Coimbra Norte. A Ana Jorge, residente na paróquia de Soure (Arciprestado Baixo Mondego), destaca de uma forma positiva este reencontro dos jovens, num momento em que vivemos tão isolados, e refere a importância de receberem o Sr. Bispo e o SDPJ como um chamamento a serem e a construírem Igreja. A Lúcia Ferreira, catequista no Arciprestado Coimbra Norte, menciona que os encontros e a presença do Sr. Bispo são um ótimo meio de entusiasmar os jovens na participação para a Jornada Mundial da Juventude 2023, sabendo que ainda existe um longo caminho de preparação para motivar estes jovens a ser Igreja. A equipa do SDPJ Coimbra e o D. Virgílio agradecem a receção e a participação dos arciprestes e todo o auxílio dos respetivos párocos. \"És o próximo? Levanta-te e anda\" SDPJ Coimbra
Datas prováveis, que estarão sempre dependentes da evolução da situação de Pandemia que vivemos...