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Diocese de Coimbra Nomeações Pastorais - Fevereiro de 2020   P. João Baptista Somboti e P. João Kakweya, Missionários de Nossa Senhora de La Salette, Prinvíncia Maria Rainha da Paz, Angola - Párocos de Carvalho, Figueira de Lorvão, Friúmes, Lorvão, Oliveira do Mondego, Penacova, Paradela da Cortiça, S. Paio do Mondego, S. Pedro de Alva, Sazes de Lorvão e Travanca do Mondego P. João Paulo dos Santos Fernandes - Vigário Paroquial de S. Julião - Figueira da Foz, e Tavarede P. Manuel Pinto Caetano - é dispensado da missão de pároco de Friúmes, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, S. Paio do Mondego, S. Pedro de Alva e Travanca do Mondego P. Jorge Germano Dias de Brito - Capelão da Casa de Saúde Rainha Santa Isabel, Condeixa - Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus P. António Manuel Andrek Hombo, da Diocese de Benguela, Angola - Vigário Paroquial de Lamas, Miranda do Corvo, Rio de Vide, Semide e Vila Nova. Coimbra, 12.02.2020 Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCOPARA O XXVIII DIA MUNDIAL DO DOENTE (11 DE FEVEREIRO DE 2020) «Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos,que Eu hei de aliviar-vos» (Mt 11, 28)   Queridos irmãos e irmãs! 1. Estas palavras ditas por Jesus – «vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei de aliviar-vos» (Mt 11, 28) – indicam o caminho misterioso da graça, que se revela aos simples e revigora os cansados e exaustos. Tais palavras exprimem a solidariedade do Filho do Homem, Jesus Cristo, com a humanidade aflita e sofredora. Há tantas pessoas que sofrem no corpo e no espírito! A todas, convida a ir ter com Ele – «vinde a Mim» –, prometendo-lhes alívio e recuperação. «Quando Jesus pronuncia estas palavras, tem diante dos seus olhos as pessoas que encontra todos os dias pelas estradas da Galileia: muita gente simples, pobres, doentes, pecadores, marginalizados pelo ditame da lei e pelo opressivo sistema social. Este povo sempre acorreu a Ele para ouvir a sua palavra, uma palavra que incutia esperança» (Angelus, 6 de julho de 2014). No XXVIII Dia Mundial do Doente, Jesus dirige este convite aos doentes e oprimidos, aos pobres cientes de dependerem inteiramente de Deus para a cura de que necessitam sob o peso da provação que os atingiu. A quem vive na angústia devido à sua situação de fragilidade, sofrimento e fraqueza, Jesus Cristo não impõe leis, mas, na sua misericórdia, oferece-Se a Si mesmo, isto é, a sua pessoa que dá alívio. A humanidade ferida é contemplada por Jesus com olhos que veem e observam, porque penetram em profundidade: não correm indiferentes, mas param e acolhem o homem todo e todo o homem segundo a respetiva condição de saúde, sem descartar ninguém, convidando cada um a fazer experiência de ternura entrando na vida d’Ele. 2. Porque tem Jesus Cristo estes sentimentos? Porque Ele próprio Se tornou frágil, experimentando o sofrimento humano e recebendo, por sua vez, alívio do Pai. Na verdade, só quem passa pessoalmente por esta experiência poderá ser de conforto para o outro. Várias são as formas graves de sofrimento: doenças incuráveis e crónicas, patologias psíquicas, aquelas que necessitam de reabilitação ou cuidados paliativos, as diferentes formas de deficiência, as doenças próprias da infância e da velhice, etc. Nestas circunstâncias, nota-se por vezes carência de humanidade, pelo que se revela necessário, para uma cura humana integral, personalizar o contacto com a pessoa doente acrescentando a solicitude ao tratamento. Na doença, a pessoa sente comprometidas não só a sua integridade física, mas também as várias dimensões da sua vida relacional, intelectiva, afetiva, espiritual; e por isso, além das terapias, espera amparo, solicitude, atenção, em suma, amor. Além disso, junto do doente, há uma família que sofre e pede, também ela, conforto e proximidade. 3. Queridos irmãos e irmãs enfermos, a doença coloca-vos de modo particular entre os «cansados e oprimidos» que atraem o olhar e o coração de Jesus. Daqui vem a luz para os vossos momentos de escuridão, a esperança para o vosso desalento. Convida-vos a ir ter com Ele: «Vinde». Com efeito, n’Ele encontrareis força para ultrapassar as inquietações e interrogativos que vos surgem nesta «noite» do corpo e do espírito. É verdade que Cristo não nos deixou receitas, mas, com a sua paixão, morte e ressurreição, liberta-nos da opressão do mal. Nesta condição, precisais certamente dum lugar para vos restabelecerdes. A Igreja quer ser, cada vez mais e melhor, a «estalagem» do Bom Samaritano que é Cristo (cf. Lc 10, 34), isto é, a casa onde podeis encontrar a sua graça, que se expressa na familiaridade, no acolhimento, no alívio. Nesta casa, podereis encontrar pessoas que, tendo sido curadas pela misericórdia de Deus na sua fragilidade, saberão ajudar-vos a levar a cruz, fazendo, das próprias feridas, frestas através das quais divisar o horizonte para além da doença e receber luz e ar para a vossa vida. Nesta obra de restabelecimento dos irmãos enfermos, insere-se o serviço dos profissionais da saúde – médicos, enfermeiros, pessoal sanitário, administrativo e auxiliar, voluntários –, pondo em ação as respetivas competências e fazendo sentir a presença de Cristo, que proporciona consolação e cuida da pessoa doente tratando das suas feridas. Mas, também eles são homens e mulheres com as suas fragilidades e até com as suas doenças. Neles se cumpre de modo particular esta verdade: «Quando recebemos o alívio e a consolação de Cristo, por nossa vez somos chamados a tornar-nos alívio e consolação para os irmãos, com atitude mansa e humilde, à imitação do Mestre» (Angelus, 6 de julho de 2014). 4. Queridos profissionais da saúde, qualquer intervenção diagnóstica, preventiva, terapêutica, de pesquisa, tratamento e reabilitação há de ter por objetivo a pessoa doente, onde o substantivo «pessoa» venha sempre antes do adjetivo «doente». Por isso, a vossa ação tenha em vista constantemente a dignidade e a vida da pessoa, sem qualquer cedência a atos de natureza eutanásica, de suicídio assistido ou supressão da vida, nem mesmo se for irreversível o estado da doença. Quando vos defrontais com os limites e possível fracasso da própria ciência médica perante casos clínicos cada vez mais problemáticos e diagnósticos funestos, sois chamados a abrir-vos à dimensão transcendente, que vos pode oferecer o sentido pleno da vossa profissão. Lembremo-nos de que a vida é sacra e pertence a Deus, sendo por conseguinte inviolável e indisponível (cf. Instr. Donum vitae, 5; Enc. Evangelium vitae, 29-53). A vida há de ser acolhida, tutelada, respeitada e servida desde o seu início até à morte: exigem-no simultaneamente tanto a razão como a fé em Deus, autor da vida. Em certos casos, a objeção de consciência deverá tornar-se a vossa opção necessária, para permanecerdes coerentes com este «sim» à vida e à pessoa. Em todo o caso, o vosso profissionalismo, animado pela caridade cristã, será o melhor serviço ao verdadeiro direito humano: o direito à vida. Quando não puderdes curar, podereis sempre cuidar com gestos e procedimentos que proporcionem amparo e alívio ao doente. Infelizmente, nalguns contextos de guerra e conflitos violentos, são atacados o pessoal sanitário e as estruturas que se ocupam da receção e assistência dos doentes. Nalgumas áreas, o próprio poder político pretende manipular a seu favor a assistência médica, limitando a justa autonomia da profissão sanitária. Na realidade, atacar aqueles que se dedicam ao serviço dos membros sofredores do corpo social não beneficia a ninguém. 5. Neste XXVIII Dia Mundial do Doente, penso em tantos irmãos e irmãs de todo o mundo sem possibilidades de acesso aos cuidados médicos, porque vivem na pobreza. Por isso, dirijo-me às instituições sanitárias e aos governos de todos os países do mundo, pedindo-lhes que não sobreponham o aspeto económico ao da justiça social. Faço votos de que, conciliando os princípios de solidariedade e subsidiariedade, se coopere para que todos tenham acesso a cuidados médicos adequados para salvaguardar e restabelecer a saúde. De coração agradeço aos voluntários que se colocam ao serviço dos doentes, procurando em não poucos casos suprir carências estruturais e refletindo, com gestos de ternura e proximidade, a imagem de Cristo Bom Samaritano. À Virgem Maria, Saúde dos Enfermos, confio todas as pessoas que carregam o fardo da doença, juntamente com os seus familiares, bem como todos os profissionais da saúde. Com cordial afeto, asseguro a todos a minha proximidade na oração e envio a Bênção Apostólica. Vaticano, Memória do SS. Nome de Jesus, 3 de janeiro de 2020. Franciscus  © Copyright - Libreria Editrice Vaticana
O Senhor chamou à Sua Divina presença o Mons. Joaquim Ferreira da Cunha, sacerdote muito estimado e querido na nossa Diocese. O Mons. Cunha nasceu no dia 05-12-1928, no lugar de Sobral, Freguesia de Barreira, diocese de Leiria. Depois de frequentar os Seminários diocesanos de Coimbra foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1952, na Sé Nova de Coimbra, pelo Arcebispo Bispo D. Ernesto Sena de Oliveira. Logo após a ordenação serviu com inexcedível dedicação a Igreja e a sua Diocese como Secretário Particular do Prelado que o tinha ordenado, tendo recebido dele também muita gratidão e amor tendo pedido ao Santo Padre no final do seu serviço o título de Monsenhor. Os primeiros tempos deste novo sacerdote foram dedicados à Igreja nos serviços centrais da Diocese: em deslocações das Visitas Pastorais, acompanhando a Roma D. Ernesto às sessões do Concílio Vaticano II, correspondência, arquivos. Muito empenho na construção da nova residência Episcopal e seu apetrechamento. Além destas funções dedicou-se ao serviço da Igreja, regressado a Coimbra depois do Curso de Direito Canónico da Universidade Gregoriana de Roma, nos seguintes serviços: professor de Direito Canónico no Seminário; membro do Tribunal para a beatificação dos Pastorinhos, Juiz e Vigário Judicial do Tribunal Eclesiástico de Coimbra, membro da administração da diocese de Coimbra, assistente das equipas de casais de Nossa Senhora, membro do Conselho Presbiteral e da direcção da Mútua do Clero, assistente da Legião de Maria, professor da escola Martim de Freitas e assistente na Penitenciária de Coimbra. Em Abril de 1979 foi nomeado Pároco da Freguesia de Ceira onde esteve até que as forças físicas o permitiram. Antes ajudou muito generosamente os seus colegas, designadamente o Pároco da Sé Nova de Coimbra, P. Manuel de Almeida Alves. A Diocese de Coimbra, na pessoa dos Bispos que serviu, lembra a sua acção generosa sempre disponível ao seu serviço como sacerdote e homem de Deus. O corpo estará em camara ardente na Igreja de Ceira a partir da 16 horas de hoje (20 de Janeiro), e amanhã pelas 11 horas, será celebrada Missa de Corpo Presente presidida pela Sr. Bispo de Coimbra, D. Virgilio Antunes, seguindo-se depois as exéquias e tumulação na sua terra natal, às 15.30 horas. Paz à sua alma.  
FESTA DO BATISMO DO SENHORABERTURA DO JUBILEU DE SANTO ANTÓNIO E DOS PROTOMÁRTIRES FRANCISCANOSIGREJA DE SANTA CRUZ DE COIMBRA - 2020.01.12 Caríssimos irmãos e irmãs! Eis o ano jubilar de Santo António e dos Protomártires Franciscanos, um ano que enche de alegria a nossa comunidade diocesana. Esperamos que seja um verdadeiro tempo de graça, que nos leve a entrar pela porta de uma fé descoberta e aprofundada, como contributo para uma vida pessoal e comunitária mais evangélica e cristã. Aquele mesmo Jesus Cristo que seduziu os Primeiros Mártires Franciscanos e os levou a segui-l’O até à oferta total das suas vidas pelo anúncio do Evangelho, continua a propor-nos uma vida com sentido e a oferecer-nos a proposta de entrar por Ele, a porta da esperança e da salvação. Aquele mesmo Senhor que entrou no coração de Santo António e o conduziu à radicalidade da fé, continua a mostrar-nos que a vida só se ganha quando se perde no amor aos irmãos por quem deu a Sua vida. Aos cristãos, este ano jubilar incentiva a porem-se no caminho da conversão, para que o batismo seja uma realidade assumida com fé e entusiasmo; aos buscadores de Deus, este ano jubilar revela a grandeza do dom de Deus, que faz dos fracos pessoas fortes e faz dos pobres testemunhas do amor eterno de Deus no meio do mundo, quando alimentados pela Palavra e pelo Espírito. A todos, este ano jubilar mostra a força transformadora do mundo, que habita em nós quando, movidos por ideais grandes e nobres, nos entregamos às causas maiores, focados no bem dos outros, na paz e na justiça, na liberdade e no respeito pela dignidade humana. Estamos muito gratos a Santo António e aos Mártires de Marrocos por nos permitirem vislumbrar um modo de acreditar e de viver que os enredos interiores ou exteriores nos podem vedar à vista e ao coração. Que o seu testemunho de santos e de mártires não somente nos convença e seduza, mas também nos arraste na senda da afinação dos nossos caminhos, valores, opções de vida e motivações, tanto humanas como religiosas e espirituais. Estamos a celebrar a Festa do Batismo do Senhor e a reviver o momento em que Ele nos apresenta de forma clara a sua identidade de Filho amado de Deus, mas também a sua vocação e a sua missão. Pela mão de João Batista, o Filho de Deus entra nas águas e sai delas cheio do Espírito Santo, que O conduz na fidelidade total à vontade do Pai, como escutámos no texto do Evangelho de S. Mateus. A missão de Jesus era especificada na Segunda Leitura: passou pelo mundo fazendo o bem e curando todos os oprimidos. Ao dar a mão a todos os que encontra pelo seu caminho, Jesus cumpre a vontade do Pai, que quer felizes e salvos todos aqueles que criou. É a via da caridade ou do amor, da solidariedade e da comunhão, que tem em conta a pessoa integral, com as suas alegrias e esperanças, mas também com as suas debilidades e dores. Desse modo, Jesus cumpre a profecia de Isaías, na qual Deus promete o envio do Seu Servo, Aquele que, cheio do Seu espírito, levará justiça às nações, será mensageiro de luz e de esperança para todos, conduzirá os povos pela mão e aproximá-los-á para que se encontrem e estabeleçam uma aliança de paz. Em todos os tempos e lugares da história, a humanidade sonha com um mundo diferente daquele em que vive, deseja edificar uma sociedade mais justa e mais fraterna para todos, anseia por uma paz e uma esperança que não excluam ninguém. A grande questão continua, porém, sempre de pé: quais os caminhos a percorrer para que este sonho profético inscrito no coração de todos os homens e mulheres se realize? A pessoa de Jesus Cristo e a luz que irradia da sua mensagem e da sua atitude de vida sintetizam a resposta: os céus abriram-se, o Espírito de Deus desceu sobre Ele, e Ele passou fazendo o bem e curando a todos os que eram oprimidos pelo demónio. Para além das ideias, projetos, negociações e manifestações de boa vontade, sempre necessários, a Pessoa e Mensagem de Jesus oferecem-nos uma luz que tem de estar antes de tudo e para além de tudo: a caridade do Deus Criador, comunicada a toda a humanidade criada, para que a acolha, a partilhe e faça dela a luz da sua vida. A santidade, que pode ir até ao martírio, consiste precisamente em acolher a caridade do Deus Criador como fundamento de toda a existência e em partilhá-la em gestos de justiça e de paz com os irmãos. O batismo do Senhor, que hoje evocamos, e o batismo que nós próprios celebrámos, introduz-nos neste dinamismo da caridade de Deus, que nos impele a passar pelo mundo fazendo o bem, a ser uma mão aberta e estendida a todos, a realizar o sonho da humanidade, que é o sonho de Deus. O Jubileu que hoje iniciamos oferece-nos a graça necessária para, livremente, entrarmos pela via da  conversão pessoal, neste sonho da humanidade, que é o sonho de Deus, e darmos o nosso contributo para a renovação da comunidade que sente a urgência de se refazer na verdade e na caridade. O jubileu é uma feliz proposta de santidade de vida como o ideal e a meta do cristão, vendo à frente Jesus Cristo, o Santo de Deus, e acompanhados pelo testemunho dos santos e dos mártires de todos os tempos e, este ano, focados especialmente no testemunho de Santo António e dos Mártires de Marrocos. Além dos desafios feitos à comunidade cristã, que alegremente celebra este jubileu, gostaria de deixar dois outros, dirigidos a toda a nossa comunidade. Santo António, homem, português, sábio e doutor da Igreja, santo, é uma figura que, pela sua grandeza e estatura moral, tem força para unir pessoas, instituições, perspetivas, diversidade cultural, no projeto comum de construir uma sociedade onde todos se sintam membros de pleno direito, acolhidos e dignos. Face à dificuldade de encontrar ideais comuns e mobilizadores no sentido da procura do bem comum, Santo António, que faz parte das nossas raízes culturais e espirituais, tem uma mensagem a comunica uma luz que deve acender-se em nós e criar a unidade necessária como um desígnio a alcançar. A Santo António pedimos que nos inspire a edificar uma cidade e um mundo de desenvolvimento, de progresso, fundados na santidade de vida e na conversão do coração ao amor a Deus e à humanidade. Os Mártires de Marrocos, para além da grandeza da sua vida, da sua fé e do seu entusiasmo pelo anúncio do Evangelho, são o sinal vivo da ânsia de diálogo e de respeito pela dignidade de toda a família humana, um sinal da paz possível entre os homens. Pedimos-lhe a graça de intercederem junto de Deus para que sejamos capazes de construir uma cidade e um mundo de paz, alicerçada nos valores humanos, na liberdade religiosa, no intercâmbio cultural e na fraternidade universal. Que eles nos inspirem a estar juntos no serviço à vida, à harmonia da natureza, à felicidade da pessoa humana, para maior bem dos homens e maior glória de Deus. Desejo a todos, crianças, jovens e adultos, aqui presentes ou que vão passar em celebração festiva por esta Igreja de Santa Cruz, pela Igreja de Santo António dos Olivais ou pela Igreja dos Mártires de Marrocos, um feliz e santo jubileu. Coimbra, 12 de janeiro de 2020Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra
Hoje 8 de Dezembro de 2020, chamou o Senhor para si o P. Saul Pires Teixeira, faleceu na Casa Sacerdotal de Coimbra, onde passou os últimos anos da sua vida. O P. Saul nasceu a 29 de Dezembro de 1927 e foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1957 por D. Ernesto Sena de Oliveira. Celebrou missa nova na sua terra natal no dia 25 de Agosto do mesmo ano, dia da entrada da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima em Zambujal. Nomeações: 01-12-1957 – Pároco de Pombeiro da Beira 13-10-1963 – Pároco de Cumieira e Lagarteira 24-11-1977 – Pároco de Condeixa-a-Nova e Condeixa-a-Velha 14-02-1982 – Arcipreste de Condeixa, sendo reconduzido por diversas vezes 09-11-1986 – Pároco de Sebal Grande 01-11-1991 – Pároco de Anobra e Belide 19-09-2004 – Pároco de Zambujal e Rabaçal 05-01-1975 – Representante da Diocese da Comissão Municipal de Arte Sacra e Arqueologia Municipal de Condeixa-a-Nova Quem lidou de perto com P. Saul viu sempre um sacerdote muito amigo e dedicado; com sensibilidade muito fina deixou-nos diversas poesias e organizações de peregrinações a diversos lugares sagrados e à Terra Santa. Foi um verdadeiro amigo dos seus colegas no sacerdócio a quem ajudava de diversas maneiras. Em 1970 escrevia ao seu Prelado “continuo a exercer o meu sacerdócio com o mesmo entusiasmo a ser fiel à Santa Igreja”. Hoje haverá missa de corpo presente na Igreja de Condeixa-a-Nova pelas 21.00 horas; as exéquias serão celebradas amanhã na Igreja Paroquial de Zambujal, pelas 15.00 h, seguindo-se a tumulação no cemitério local. Presidirá o Senhor D. Virgílio Antunes.