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VIRGÍLIO DO NASCIMENTO ANTUNESBISPO DE COIMBRA DECRETO SECRETARIADO DIOCESANO DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS “A Igreja católica, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para levar a salvação a todos os homens, e por isso mesmo obrigada a evangelizar, considera seu dever pregar a mensagem de salvação, servindo-se dos meios de comunicação social, e ensina aos homens a usar retamente estes meios” (Inter Mirifica, 3). Reconhecendo a necessidade de revitalizar o Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais da nossa Diocese de Coimbra, e apontando-lhe como objetivos: acompanhar os meios de comunicação social na Diocese; realizar ações de formação em ordem a uma melhor comunicação nas comunidades; e promover a pastoral da comunicação em todos os sectores da Igreja, nomeei a 24 de setembro de 2025 a Dra. Sónia Raquel da Cunha Neves como Diretora do Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais da Diocese de Coimbra, com o encargo de nos apresentar uma equipa que constitua o referido Secretariado Diocesano. Tendo-nos agora apresentado esta equipa, grato pela disponibilidade que manifestam ao acolherem esta missão que a Igreja Diocesana lhes confia, HAVEMOS POR BEM: Nomear, por cinco anos, a equipa do Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais da Diocese de Coimbra, assim constituída: - Sónia Raquel da Cunha Neves, Diretora; - Diácono Rúben Ricardo Correia da Cunha, Assistente; - Ana Emanuel Nunes; - António Cabral de Oliveira; - Carla Patrícia de Oliveira Silveira; - Daniela Sofia Neto; - Diácono José João das Neves Dias; - Madalena Eça de Abreu; - Rui Fonseca Lopes. Dado em Coimbra e Casa Episcopal, aos 21 de janeiro de 2026.  Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra Padre António Joaquim Farinha DominguesChanceler
As Nações Desunidas José Santos Cabral No dia 26 de Junho de 1945, finda uma guerra mundial que provocou 60 milhões de mortos e uma devastação global, as nações uniram-se e afirmaram a sua vontade de construir um mundo melhor, não permitindo que a força e a ambição do poder constituíssem o critério do destino dos povos. Nessa altura os povos das Nações Unidas afirmaram que decidiam “preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra, que por duas vezes, no espaço da nossa vida, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade, e a reafirmar a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direito dos homens e das mulheres, assim como das nações grandes e pequenas, e a estabelecer condições sob as quais a justiça e o respeito às obrigações decorrentes de tratados e de outras fontes do direito internacional possam ser mantidos, e a promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade ampla”.    Perante tal afirmação de vontade e compromisso nasceu a esperança de que a Humanidade tivesse adquirido a sabedoria necessária para construir um Mundo em que a paz e a justiça se assumissem como a trave mestra do relacionamento entre as nações. As Nações Unidas eram o paradigma dessa aspiração e convocavam  um sonho em que a solidariedade entre povos seria possível.  Infelizmente a esperança gerada por aquela vontade colectiva de construir uma sociedade global mais justa e solidária, em que a força da lei se sobrepusesse à lei da força, extinguiu-se Nos tempos que correm a lei que impera é a do mais forte avaliada pela dimensão dos exércitos, pela força destrutiva das ogivas nucleares ou pela tecnologia bélica. O mundo fragmentou-se em blocos, interesses, algoritmos e ressentimentos e as Nações estão agora Desunidas O Direito Internacional e o respeito pelas regras de convivência entre as nações desapareceu perante os nossos olhos. O mesmo está a ser corroído lentamente esboroando-se perante as sucessivas violações da soberania dos países mais fracos; perante cada resolução dos organismo internacionais que são mero papel de enfeite; perante cada crime de guerra que os tribunais internacionais  não conseguem perseguir. O mesmo Direito Internacional existe, mas deixou de ter qualquer força perante um mundo multipolar em que impera a geopolítica da força das grandes potências. A politica internacional regressou a uma lógica de esferas de influência e de equilíbrios instáveis onde a paz é uma mera pausa entre crises. A soberania, princípio fundador da ordem internacional, tornou-se condicional sendo respeitada apenas quando é conveniente. A legalidade torna-se uma mera palavra de retórica perante o massacre de civis inocentes, a destruição e a pilhagem de recursos naturais. Num relance tomámos consciência de que este nosso planeta que habitamos já não é um lugar seguro e que vamos legar aos nossos filhos um mundo pior do que aquele que herdámos As consequências são telúricas. A instabilidade tornou-se estrutural, os conflitos prolongam-se, as crises humanitárias banalizam-se. Os mais vulneráveis — Estados pequenos, populações civis, refugiados — pagam sempre o preço mais alto. Sem regras eficazes, o mundo tornou-se menos previsível e mais perigoso,  Perante a conduta de lideres sem coragem ou autoridade moral , impõe-se uma pergunta incómoda: onde termina a responsabilidade dos governantes e onde começa a nossa? Aqui, a esperança assume um novo significado. Esperança não é esperar que alguém resolva por nós; é recusar a ideia de que estamos dispensados de agir. O papel de cada um pode e deve ter significado . Começa no voto informado, continua na vigilância cívica, cresce na exigência de transparência. A esperança está em defender princípios mesmo quando não nos favorecem; está também em ser solidário para com o Outro; está na recusa da indiferença perante a injustiça. Como afirmava Francisco "Esperança não é uma palavra vazia, nem um nosso vago desejo de que as coisas corram bem: a esperança é uma certeza, porque se baseia na fidelidade de Deus às suas promessas”.  A História avança porque alguém, em algum lugar, decidiu não desistir.     
O novo portal de notícias do semanário diocesano Correio de Coimbra já está online e pretende ser o palco digital para levar a voz da Igreja e as notícias da Diocese a todos. Este novo site - www.correiodecoimbra.pt - tem o objetivo de complementar a experiência da leitura, a cada semana, com a agilidade da informação online. Apesar de continuar a poder ser subscrito e recebido num endereço de email a cada semana, num formato mais reduzido, focado na opinião e no conteúdo próprio, as notícias vão aparecer diariamente no novo site. As categorias e secções já existentes vão manter-se e o suplemento “Igreja Viva”, informação veiculada pelas Unidades Pastorais da diocese, ganha lugar de destaque no site.  O novo espaço digital quer ser um motor que nasce para alargar a missão comunicativa e evangelizadora do Correio de Coimbra que continua a ter espaço para todos; um semanário que continua a querer “promover uma comunicação ágil, ética e transparente, geradora de vida e de esperança, empenhada na busca irrestrita pela verdade”.  Segundo a diretora, Sónia Neves, “estava na altura de dar o passo para uma dinâmica de notícia diária, a diocese de Coimbra é rica em atividades, histórias e testemunhos de cada dia e o Correio de Coimbra tem de saber acompanhar e divulgar”. “Não se trata de esquecer o jornal centenário que acompanhou tantas gerações mas querer chegar a todos, também aos mais novos que se movimentam mais no mundo digital e nem conhecem o semanário da diocese”, refere. Os donativos continuam a ser a forma de ajudar a manter esta missão da comunicação e podem fazer chegar através do NIB PT50 0018 0003 4059 0291 0201 3.
Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra DECRETO DE NOMEAÇÃO Considerando ser necessário prover o nosso Tribunal Eclesiástico de novos juízes; Considerando que o Rev.do Padre Orlando José Guerra Henriques terminou o seu curso em Direito Canónico na Universidade Católica Portuguesa e nele concorrem as necessárias qualidades para o bom desempenho deste múnus; HAVEMOS POR BEM: Nomear, por cinco anos, e de harmonia com o cânon 1421 do Código de Direito Canónico, o Rev.do Padre ORLANDO JOSÉ GUERRA HENRIQUES Juiz do Tribunal Eclesiástico da Diocese de Coimbra. Dado em Coimbra e Casa Episcopal, aos 23 de dezembro de 2025. Virgílio do Nascimento AntunesBispo de Coimbra P. António Joaquim Farinha DominguesChanceler    
Homilia de Dom Virgílio na celebração da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus na Igreja da Sé Nova - Catedral de Coimbra (1 de janeiro de 2026)