Plano Pastoral

DIOCESE DE COIMBRA

PLANO PASTORAL 2017-2020

 

«Aproximai-vos do Senhor» (1Pe 2,4)

  

Carta Pastoral do Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, para o Plano Pastoral 2017-2020

 

VISÃO

Alicerçados em cristo, formamos uma comunidade de discípulos para o anúncio do evangelho

 

MISSÃO

Diocese de Coimbra: comunidade que vive a fé e anuncia o evangelho como caminho do encontro pessoal com cristo, único salvador, e com a sua igreja

 

ITINERÁRIO SEGUIDO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO PASTORAL

  • O presente plano é fruto da avaliação do anterior (2013-2016) e das propostas feitas pelas comunidades cristãs da diocese, numa dinâmica sinodal.
  • Em consonância com essas propostas definiram-se objetivos e estratégias para o próximo triénio (2017-2020).
  • Da avaliação feita torna-se evidente uma significativa diversidade das situações locais, nesse sentido, este plano assume a Unidade Pastoral como a base da organização pastoral.
  • Consequentemente, propõe-se que o pároco com a Equipa de Animação Pastoral, ouvido o Conselho Pastoral da Unidade, elabore o programa das atividades que concretizam os objetivos deste Plano Pastoral Diocesano.
  • Sugere-se que o programa das atividades, no início de cada ano, e avaliação do mesmo, no final, seja partilhado no Conselho Pastoral do Arciprestado e enviado ao Bispo Diocesano, reforçando a comunhão e o dinamismo sinodal da Igreja Local.

 


AVALIAÇÃO DO PLANO PASTORAL 2013-2016
SÍNTESE DAS RESPOSTAS

 

I. DINAMISMO SINODAL COMO MÉTODO

A avaliação surge no contexto de um dinamismo sinodal intitulado ‘Juntos construímos o Plano Pastoral de 2017-2020’. A sinodalidade é um dinamismo do âmbito do ser e do fazer: trata-se de pensar, de refletir, de crescer e de celebrar ‘em conjunto’ – um claro apelo à corresponsabilidade e à pertença eclesial. Como refere o Papa Francisco, «aquilo que o Senhor nos pede, de certo modo está já tudo contido na palavra ‘Sínodo’. Caminhar juntos – leigos, pastores, Bispo de Roma – é um conceito fácil de exprimir em palavras, mas não é assim fácil pô-lo em prática» (discurso da ‘comemoração do cinquentenário da instituição do sínodo dos bispos’ a 17 de out de 2015). Por tudo isto, a sinodalidade não é uma possibilidade entre outras mas uma atitude essencial no método teórico-prático de pensar e ser Igreja que a Diocese de Coimbra quer assumir


II. A GRANDE DIVERSIDADE E A COMUNHÃO NA PLURALIDADE

  1. O conjunto de respostas revelou um grande envolvimento das unidades pastorais e dos arciprestados neste dinamismo sinodal. Nem todos responderam a todas as perguntas mas foram muitos os que tiveram algum ‘contacto’ com esta avaliação. Este envolvimento revela uma oportunidade de reflexão e de trabalho que reforça a identidade diocesana, valoriza o sentido da própria ‘sinodalidade’ e permite elencar algumas linhas de força ‘inspiradas’ nas respostas.
  2. O conjunto das respostas revela a diversidade de ritmos, de ambientes e de preocupações de cada arciprestado e unidade pastoral. De facto, em algumas comunidades foram muitos os grupos e pessoas envolvidas, já noutras o número foi muito reduzido. Se em alguns casos, essa pouca participação decorreu da própria realidade das comunidades que estão envelhecidas ou despovoadas, noutros casos, parece que os agentes pastorais não se empenharam ou não ‘acreditaram’ neste projeto sinodal. Este continua a ser um desafio – como chegar a estes responsáveis e a estas comunidades mais ‘desligadas’ do ritmo diocesano?

  3. Por fim, apesar da diversidade de respostas e da diversidade de ritmos, é interessante notar uma certa comunhão na pluralidade. Uma comunhão quer nos dinamismos de fundo quer nas linhas de força que todos sublinham como importantes reforçar. Julgamos que para isso muito contribuem, entre outros, o dinamismo associado às Visitas Pastorais do Bispo diocesano, ao próprio Plano Pastoral, ao trabalho e papel dos arciprestes, aos diferentes organismos do arciprestado e da unidade pastoral, ao Conselho Presbiteral, ao Conselho Pastoral Diocesano e ao Secretariado de Coordenação Pastoral.

  
III. PERCEÇÃO DA REALIDADE ECLESIAL

  1. Diferentes realidades, diferentes ritmos, diferentes envolvimentos e diferentes graus de empenhamento, quer dos párocos, quer dos leigos. Cada paróquia, cada unidade pastoral e mesmo cada arciprestado pode revelar níveis diferentes de participação e de compromisso eclesial. Se as realidades são fatuais e objetivas, o envolvimento é pessoal e depende de quem ‘está’, ou não, motivado e disponível para a ‘missão’ e para o ‘serviço’. Verifica-se que há comunidades e responsáveis que respondem de maneira diferente às mesmas questões.

  2. Muitos referem que as comunidades estão cada vez mais descristianizadas. Os efeitos da secularização e do distanciamento em relação à Igreja e à fé vão-se fazendo sentir e notar ao nível das diversas faixas etárias e das diferentes realidades eclesiais - quer mais rurais, quer mais urbanas. Neste contexto, parece que para muitos a fé não tem um papel central na sua vida ou se reduz a momentos pontuais.

  3. O sentido de pertença eclesial nas comunidades rurais manifesta-se, sobretudo, em torno da capela e da igreja paroquial (aqui importa sublinhar a importância da festa do padroeiro e da religiosidade popular). Já o sentido de pertença a uma unidade pastoral ou arciprestado é algo que vai acontecendo lentamente, sobretudo ao ritmo das várias iniciativas de conjunto. Aqui o caminho que temos pela frente revela-se grande, apesar dos passos que vão sendo dados.

  4. A pertença à diocese de Coimbra é mais clara e mais evidente. Esta pertença é reforçada, principalmente, pela pessoa do Bispo diocesano, pelas Visitas Pastorais, pelo Dia da Igreja Diocesana, pela Peregrinação Diocesana ao Santuário de Fátima, por vários encontros diocesanos e pelos jornais da diocese.

  5. A proposta da constituição da Equipa de Animação Pastoral nas unidades pastorais, assumindo-se esta equipa como o motor e trave mestra de toda a dinâmica e animação pastoral, parece fazer sentido, mas na realidade poucos a concretizaram. Em muitas comunidades ou Unidades Pastorais (até pela sua extensão e diversidade) é difícil constituir uma equipa que abranja a todos. Daí que alguns não considerem viável. Nesse sentido, vai sendo valorizado o trabalho, sobretudo, do Conselho Pastoral da Unidade.

  6. É visível o aparecimento de novos membros, quer ao nível da participação na Eucaristia, quer ao nível da disponibilidade para colaborar nas atividades da comunidade (por ex: catequistas, leitores, membros das irmandades, pais de crianças na catequese, Vigília Pascal…). Alguns dos novos membros são provenientes da Catequese de Adultos, do Cursos Alpha e dos Cursos de Cristandade, entre outros.

  7. Valoriza-se a renovação do Correio de Coimbra que melhorou a apresentação e conteúdos, aumentou o número de assinantes e que, com o suplemento, se aproximou dos diocesanos e das paróquias.

  8. As Jornadas de Pastoral e as Jornadas de Formação Permanente têm sido momentos importantes, não só na vida dos presbíteros mas também dos leigos mais empenhados. O facto de serem realizadas no Seminário Maior de Coimbra contribui para uma melhor adesão e para reforçar o amor ao próprio Seminário. No entanto, sendo durante a semana impossibilita a participação mais alargada dos leigos.

  9. A Assembleia do Clero, a recoleção mensal e os retiros anuais têm sido momentos muito importantes da vida do presbitério, apesar da reduzida participação.

 

IV. ALGUMAS NECESSIDADES SENTIDAS E VALORIZADAS

  1. É importante que as comunidades e os seus agentes mais responsáveis não se acomodem ao que existe mas, antes, procurem encontrar, a partir da realidade própria de cada comunidade, caminhos que deem resposta aos principais desafios e necessidades.

  2. Nos dias de hoje muitas pessoas chegam à idade adulta sem terem tido oportunidade e momentos para fazer um verdadeiro encontro com Cristo. Por isso, o primeiro anúncio é essencial para suscitar a fé e renovar a vida das comunidades cristãs (paróquias e unidades pastorais). Na igreja, o empenho no primeiro anúncio é um sinal da sua vitalidade e condição do seu futuro.

  3. A Diocese deve reforçar o sentido de ‘sair para as periferias’, indo ao encontro dos ‘cristãos não praticantes’ e dos não cristãos, aproximando-os mais da comunidade e suscitando o interesse para um futuro compromisso cristão. Sente-se a necessidade de criar oportunidades de encontro com Jesus, para que em todos desperte o desejo de O conhecer mais e melhor.

  4. Uma dificuldade bastante sentida relaciona-se com o Crisma. Depois da experiência de grupo, muitos dispersam e não é conseguida uma verdadeira inserção na comunidade cristã. A catequese de infância e de adolescência quase não tem continuidade ou não consegue promover a maturidade da vivência eclesial. Corre-se o perigo de entender estes meios mais como um instrumento de auto-ajuda ou um grupo de amigos, ficando sempre num horizonte psicológico ou apenas numa perceção individualista da fé. É necessário repensar seriamente o enquadramento do sacramento do crisma, tanto na sua preparação como no acompanhamento posterior, de forma a favorecer o crescimento na fé e a inserção eclesial.

  5. Será importante que as Unidades Pastorais sejam cada vez mais definidas e assumidas, bem como os respetivos conselhos pastorais. Esta proposta de organização deve ser vista sempre ao serviço da pastoral e não como mais uma ‘estrutura’ que devemos ‘criar’ ou um ‘peso’ que temos de suportar. É bom que a unidade pastoral organize uma celebração festiva, centrada na Eucaristia, com a presença de entidades da comunidade religiosa (confrarias, irmandades, grupos paroquiais…) e civil (bombeiros, ranchos folclóricos, grupos desportivos…).

  6. É importante reforçar a identidade do arciprestado, valorizar o papel do conselho pastoral e continuar a promover iniciativas pastorais em conjunto (ações de formação, jornadas, celebrações…).

  7. No que diz respeito à Pastoral das Vocações, sugere-se que seja realizado um ano vocacional na Diocese; que se revitalize a figura do catequista zelador vocacional em todas as paróquias e se lhes proporcionem encontros de oração e de formação para os colocar em missão nas comunidades; que em algumas Unidades Pastorais se faça ao longo do ano um trabalho vocacional, acompanhado pelos responsáveis diocesanos desta área; que seja colocada nos livros da Lectio Divina uma oração dedicada às vocações; que alguns encontros do Pré Seminário possam ser realizados nas comunidades.

  8. No que diz respeito à Pastoral dos Jovens, sugere-se que se fomente a criação de um grupo de jovens ao nível de paróquia ou de Unidade Pastoral; que o Secretariado Diocesano reúna regularmente com os animadores de cada Arciprestado; que seja apresentado um plano concreto de atividades para os jovens realizarem nas comunidades/Unidades Pastorais e no Arciprestado; que possa ser facultado um guião de reunião com oração e formação para os grupos de jovens. É necessário acolher, acompanhar e tornar os jovens protagonistas da própria evangelização.

  9. Quanto à Pastoral da Família, sugere-se que se fomente a constituição de uma equipa de Casais em todas as Unidades Pastorais, a qual, em ligação com o Secretariado Diocesano e as outras equipas das diversas Unidades do Arciprestado, dinamize a Pastoral Familiar, não só a nível da Unidade, mas também a nível arciprestal. Propõe-se igualmente que os movimentos ligados à pastoral da família possam ter uma presença mais efetiva ao nível dos Arciprestados ou Unidades Pastorais, quer dando-se a conhecer, quer participando em algumas atividades, e aí constituindo grupos.

  10. Parece urgente abordar a questão da família não apenas nestas vertentes mas num contexto mais amplo, no sentido de reforçar a vocação sacerdotal, matrimonial e de consagração. Propõe-se mais formação doutrinal centrada na problemática da família, na linha das propostas da Amoris Leatitia. Há muito a fazer no apoio e acompanhamento dos casais novos, das situações chamadas ‘irregulares’ e das famílias em situação de maior fragilidade.

  11. Deve continuar a valorizar-se ainda mais a dinamização da catequese de adultos. Nos lugares onde foi implementada, revelou-se uma boa resposta para a caminhada de aprofundamento da fé e de compromisso eclesial.

  12. Refere-se a importância e a relevância da Escola de Teologia e Ministérios (ETM) – como meio de formação especializada e profunda, acessível a grande parte dos leigos. Contudo, alguns referem como dificuldade quer a distância, quer o custo financeiro. Um meio que precisa de ser valorizado e reforçado para que muitos outros possam participar e beneficiar desta mesma formação.

 

V. DINAMISMOS DE UMA «IGREJA EM SAÍDA» QUE ENVOLVA TODA A COMUNIDADE

  1. Dinamismo do ‘ir ao encontro’
    1. Ir ao encontro dos que estão dentro mas a quem a fé já não toca a vida.
    2. Ir ao encontro dos não praticantes e dos que só pontualmente se cruzam com as nossas comunidades.
    3. Ir ao encontro dos que estão fora da comunidade e desconhecem a ‘gramática’ do religioso.
    4. Ir ao encontro das periferias existenciais: desempregados, pobres, toxicodependentes, vítimas de violência doméstica, idosos, doentes…

  2. Dinamismo de acompanhamento e discernimento
    1. Dedicar tempo e dispor de espaços para a escuta e para o diálogo com os que procuram um sentido mais profundo para a sua vida.
    2. Acolher e acompanhar as famílias em situação de maior fragilidade e sofrimento.
    3. Acompanhar, discernir e integrar as situações familiares “chamadas irregulares” (cf. AL 305).
    4. Valorizar o sacramento da reconciliação e fazer dele lugar da misericórdia divina que anima e corrige no amor.
    5. Promover a direção espiritual capaz de reforçar o dinamismo vocacional a que cada um é chamado. 

  3. Dinamismo celebrativo
    1. Valorizar a celebração dos sacramentos como momentos de encontro com o Senhor e com a comunidade.
    2. Valorizar a oração pessoal e comunitária, dando especial atenção à adoração eucarística.
    3. Reforçar e alargar a participação no itinerário da lectio divina enquanto encontro com a Palavra que dá vida.
    4. Propor retiros espirituais como lugar privilegiado de silêncio e de escuta.

  4. Dinamismo do acolhimento
    1. Cultivar o acolhimento como atitude da comunidade cristã, especialmente a quem chega de novo ou a quem está de passagem.
    2. Fazer das reuniões já existentes (preparação para o batismo, para o matrimónio, reuniões de pais, reuniões de catequese...) momentos privilegiados de acolhimento.
    3. Estar atento aos momentos de perda e de dor, sobretudo aos ligados à doença e à morte, enquanto situações muito significativas a exigir especial cuidado.

  5. Dinamismo organizativo
    1. Assumir a Unidade Pastoral como a estrutura pastoral base na organização da diocese.
    2. Dar um rosto e um ambiente pastoral ao atendimento paroquial, evitando posturas autoritárias e meramente burocráticas.
    3. Estar atento às novas realidades sociais, caraterizadas por forte mobilidade, simplificando procedimentos desnecessários.

  6. Dinamismo da comunicação
    1. Dar atenção particular à homilia para que seja um momento privilegiado de incarnar a Palavra de Deus na vida pessoal e da comunidade.
    2. Valorizar a comunicação social diocesana, especialmente os jornais Correio de Coimbra e O Amigo do Povo.
    3. Investir na presença da Igreja na internet, quer a nível diocesano quer a nível local.


VI. OBJETIVOS

1. Assumir a EVANGELIZAÇÃO como a missão prioritária da Igreja diocesana

 Estratégias

  • Realização de ações de primeiro anúncio em todas as unidades pastorais
  • Criação de novos grupos de catequese de adultos e consolidação dos já existentes
  • Ligação da catequese de infância à evangelização das famílias (‘escola de pais’, ‘catequese familiar’ ...)
  • Ajudar os cristãos a estarem ativamente presentes nas diferentes organizações da sociedade - “vós sois o sal da terra e a luz do mundo”  

 Atividades

  • a definir e a concretizar por cada unidade pastoral

 

2. Promover a ESPIRITUALIDADE incarnada e alicerçada em Deus Trindade

Estratégias

  • Que no contexto das diferentes celebrações do domingo, a missa paroquial seja expressão e referência de toda a comunidade cristã
  • Cada unidade pastoral defina o(s) lugar(es) onde possa garantir a eucaristia, em horário fixo, ao longo de todo o ano
  • Cuidar da preparação de todos os que servem a ação litúrgica (ministros da palavra, ministros da comunhão, leitores, acólitos, grupos corais…)
  • Introduzir os cristãos e as famílias nos diferentes métodos e formas da oração cristã que levem à unidade entre a fé e a vida

 

Atividades

  • a definir e a concretizar por cada unidade pastoral

 

3. Orientar a ORGANIZAÇÃO e as estruturas pastorais para a missão da Igreja

 

Estratégias

  • Definição da Unidade Pastoral como base da organização pastoral:
    • criação do Conselho Pastoral
    • criação da Equipa de Animação Pastoral
    • unificação do cartório paroquial
    • coordenação conjunta dos diferentes serviços pastorais
    • celebração do Dia da Unidade Pastoral
  • Constituição de um serviço que promova o acolhimento e a integração dos residentes, especialmente das novas famílias

 

Atividades

  • a definir e a concretizar por cada unidade pastoral

 

 

ANEXOS

 

A - SÍNTESE A CADA PERGUNTA

A esta síntese deve ser anexada cada uma das sínteses, a cada pergunta: para haver uma consciência alargada de diocese, para perceber a diversidade de respostas e de realidades, para valorizar as respostas dadas por todos e para compreender a relação entre essas sínteses e a proposta final.

 

B - ALGUNS EXEMPLOS QUE PODEM SER INSPIRADORES

  1. São de referir as iniciativas e atividades que não associassem logo, em primeira mão, a Cristo ou à Igreja, mas que revelassem o conteúdo da mensagem cristã. Por exemplo, concertos, galas musicais, festivais de canção de mensagem, sardinhadas, caminhadas, entre outros. Convidar de forma personalizada, “pesca à linha”, “passa a palavra” e, com tempo, sinalizar quem convidar e quem deve convidar.
  2. Promover iniciativas para acolher novos residentes nas nossas paróquias, para apresentar os serviços da Paróquia e depois passar ao anúncio. A mobilidade que vivemos hoje faz-se sentir quer nas cidades, quer nas vilas, quer nas aldeias. Umas vezes pode ser apenas uma presença pontual, outras vezes pode ser durante um determinado tempo ou mesmo uma mudança definitiva.
  3. Pensar projetos de cariz social que atraiam e envolvam as pessoas, pelos valores da solidariedade, abraçando uma causa (exemplo: venda solidária, voluntariado…)
  4. Pensar em projetos culturais como tertúlia / cinema / teatro / conferências e outros como caminhadas / desporto… e assim ir criando laços comunitários que favoreçam a participação em propostas de primeiro anúncio.
  5. Criar ou valorizar as equipas de animação pastoral. Nas comunidades onde existe revela-se uma realidade interessante, adequada e de grande ajuda pastoral.
  6. Reforçar o dia do Arciprestado e ou da Unidade Pastoral com iniciativas que envolvam as diferentes idades e sensibilidades.
  7. 24h de adoração eucarística – como um tempo em que a comunidade se reúne em volta do encontro essencial com o Senhor rezando por tantas intenções do mundo, da diocese e da paróquia.
  8. Realizar e valorizar não apenas a Via Sacra (tempo quaresmal) mas também a Via Lucis (tempo pascal).
  9. Criar dinamismos que envolvam os pais na própria catequese dos filhos e implementar a catequese familiar.
  10. Promover a visita da Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
  11. Existindo tantos agrupamentos de escuteiros na diocese seria de valorizar o seu papel na comunidade, reforçar o acompanhamento pelo assistente e promover um compromisso mais efetivo na Igreja.
  12. Acampamentos paroquiais para adolescentes e jovens.
  13. Acampamentos ou fins de semana para casais jovens.
  14. Equipas para visita a idosos e/ou doentes.
  15. Cursos bíblicos arciprestais ou por unidade pastoral.
  16. Valorizar a participação das crianças na eucaristia antes da idade de catequese. Pode haver um desenho sobre o evangelho daquele domingo que pintam enquanto decorre a homilia podendo entregá-lo pessoalmente no ofertório da celebração.
  17. Em algumas comunidades, sobretudo mais urbanas, a comunidade pode criar uma equipa de acolhimento à celebração (e não só).
  18. Quando possível ou em épocas especiais (festas do padroeiro, festas paroquiais…) o sacerdote pode despedir-se pessoalmente no fim da eucaristia, ao fundo da igreja, ou capela.

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